quinta-feira, 21 de setembro de 2017
Atualizações
quarta-feira, 13 de janeiro de 2016
Sobre como tudo pode mudar em poucos segundos
sábado, 14 de novembro de 2015
terça-feira, 27 de outubro de 2015
Pergunta I
domingo, 18 de outubro de 2015
Tira-dúvidas
sexta-feira, 8 de maio de 2015
Esclarecimento
Update: estou falando de MORTE. Risco de sequelas é outra coisa.
quarta-feira, 25 de março de 2015
Ah....fique a vontade para publicar e repartir a experiência com a outras pessoas em seu blog"
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015
O começo de tudo
Continuei com o tratamento conservador e tomando Tegretol, mas em 2010 fui atropelada e tive outra hemorragia. Passei um tempo internada e depois um mês de repouso em casa. Nessa época, minha medicação foi mudada para o Depakote 250 mg.
Em 2012, as dores de cabeça voltaram com tudo e comecei a sentir dormências nas mãos e na boca e o resto, acredito já ter contado aqui. (Pra quem entra pela primeira vez no blog, um rápido resumo: operei em 2013, e tive algumas sequelas. Passei um tempo sem andar, sem falar bem e sem conseguir mexer o braço Direito, mas se você tiver paciência e ler os posts antigos, verá que hoje as coisas já vão muito bem, obrigada).
Resolvi contar a história aqui para que vejam que Cavernoma não é sentença de morte, como muitos pensam. Convivi com o meu por anos e, apesar de todas as dificuldades, estou aqui.
Meu contato continua o mesmo, aguardo o email de vocês, é sempre um prazer: a.nunesmaia@gmail.com
sábado, 23 de agosto de 2014
quarta-feira, 18 de junho de 2014
Aliança Cavernoma Brasil
segunda-feira, 12 de maio de 2014
Um desabafo
O que nunca imaginei é que o blog um dia me deixaria triste. Recebi um email hoje de uma moça que disse que que, quando descobriu o angioma, levou os exames em um neurologista que perguntou se ela já havia tido convulsões. Quando ela afirmou que não, ele disse que era pra ela esquecer a doença.
Não estou falando no sentido de "viva sua vida normalmente, faremos acompanhamento de ano em ano e tudo ficará bem" e sim no sentido de "faça de conta que isso não existe".
Fiquei muito triste, muito mesmo. É difícil esperar tanta ignorância e negligência de um médico, alguém que deveria ser bem mais esclarecido que a média da população.
E se o angioma dela crescer? E se sangrar? Só porque não convulsiona merece ser deixado pra lá?
Questionem seus médicos. Sempre. Se não estiverem satisfeitos com suas respostas, procurem outras opiniões. Uma, duas, quantas necessárias.
a.nunesmaia@gmail.com
segunda-feira, 10 de março de 2014
Mapeamento de funções cerebrais diminui risco de sequelas cirúrgicas
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
10 meses de cirurgia
quinta-feira, 18 de julho de 2013
A cirurgia
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Novidades
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Angioma Cavernoso do Sistema Nervoso Central (Angiomas, Cavernoma)
domingo, 30 de outubro de 2011
Doença de Addison
Quanto tempo! Vim partilhar um pouquinho da minha vida com vocês.
Primeiro lugar, como sempre, adoraria agradecer pelos e-mails, conversas de msn... tenho feito amizades preciosas através do blog. Algumas, posso dizer, gostaria de levar para o resto da vida.
Como falei no último post, entreguei o TCC em junho. E amém, deu tudo certo. Defendi o aborto de fetos anencéfalos (êêê assunto que rende discussão, né? fiquem à vontade pra comentar, caso queiram) e minha nota foi dez. Foi muito gratificante ver que tanto esforço, tanta dedicação, foram reconhecidos assim.
Mas não é disso que quero falar. Após minha conclusão de curso comecei a sentir dores abdominais. Fui em vários médicos e, apesar de muitos exames, ninguém conseguia descobrir o que eu tinha. Os sintomas se agravavam (dores, náuseas, anemia, pressão muito baixa), fui internada diversas vezes e até biópsia da médula óssea tive de fazer, já que desconfiavam de linfoma. Amém que o resultado deu negativo. No fim das contas, depois de 3 meses de pesquisa, descobri ser portadora da Doença de Addison. Trata-se de uma doença auto-imune, que ocorre quando as supra-renais param de fabricar um hormôniozinho chamado Cortisol. O tratamento? Simples, apenas a reposição hormonal. Mas é pro resto da vida, infelizmente. Ou seja, somando com o angioma (que também faço tratamento tomando Depakote 2x ao dia), agora tenho mais algo que requer cuidados constantes.
Conversando com um amigo, ele me indagou porque não faço o requerimento para receber esses remédios pelo SUS, já que são medicações que terei que tomar para o resto da vida. Bom, eu tenho plano de saúde e, felizmente, as condições atuais não me fazem recorrer a tal Sistema. Se um dia precisar, ótimo, não hesitarei. Agora prefiro dar a oportunidade à pessoas que talvez não a tenham tanto. Não sei das condições de vocês, mas fiquem cientes de que é um direito que o Estado os dá. Segundo o artigo 6º da Constituição Federal:
"Art. 6º São direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição."
Já é tarde e tenho que ir deitar. Apenas quero que saibam que não esqueci nosso cantinho. E que procurarei atualizações para postar aqui. Ah, toda ajuda é de muito valor =) quem quiser me adicionar no msn e me ajudar a procurar novas informações: nalinhazip@hotmail.com (relevem, eu fiz esse msn quando tinha 15 anos, pré adolescente total hahahaha)
Beijos.
E força, pra todas nós!
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Estou em falta com vocês, eu sei. Não justifica, mas me formo em julho e estou na correria com o TCC.
Além disso, vocês sabem a dificuldade em achar fontes atualizadas e confiáveis para o nosso cantinho.
Bom, só gostaria de ratificar que estou aqui caso precisem: nalinhazip@hotmail.com
Anália
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Algumas explicações e UM PEDIDO
Não tenho atualizado o blog há alguns meses porque não tenho encontrado informações novas e que possam ser relevantes para o nosso espaço, mas conto com a ajuda de vocês. Se virem algum texto, artigo ou até uma notinha de poucas linhas, é só enviar para nalinhazip@hotmail.com
Caso queiram conversar sobre angiomas, me disponho totalmente, é só me add no msn, o e-mail é o mesmo acima (Mas enviem um e-mail antes avisando que irão adicionar, ok? Não costumo aceitar todo mundo que me adiciona, então preciso que avisem de onde me conhecem).
No mais, as coisas vão bem por aqui. Sofri um acidente há um pouco mais de dois meses e tive uma hemorragia no local em que se encontra o angioma, mas já estou bem.
Obrigada por tudo,
Anália
Se quiserem falar comigo pelo twitter também, é só clicar aqui!
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Mulheres com angiomas podem engravidar?
Esta condição aparentemente não tem preferência sexual, exibindo uma incidência similar tanto em homens como em mulheres13. Todavia, a ocorrência de sangramento parece ser expressivamente maior em mulheres. Em uma série estudada por Robinson e col. dentro do grupo dos pacientes com hemorragia intra-parenquimatosa, 86% eram mulheres, algumas gestantes. Há sugestões de que mudanças endocrinológicas manifestas no primeiro trimestre da gestação, promovem um aumento da proliferação vascular predispondo ao sangramento nestas pacientes.
Em um interessante estudo francês, enfocando a incidência de infartos isquêmico ou hemorrágico durante período gestacional, as taxas se assemelharam: 4,3/100.000 e 4,6/100.000 respectivamente, sugerindo que gravidez pode aumentar o risco de hemorragia cerebral nestas pacientes. Aliás, ruptura de malformações vasculares foi a segunda causa (37%) de hemorragia intra-parenquimatosa precedida de eclâmpsia8,18.
Um aspecto importante deve ser considerado quando se tratarem de pacientes jovens que demonstrem interesse em engravidar. Gravidez, conforme já salientado, aumenta o risco de complicações, particularmente de hemorragia cerebral e muito provavelmente, nem todas terão a boa sorte exibida por NMB. Por isso, métodos eficazes de contracepção deveriam ser sugeridos e a adoção como solução para o instinto de maternidade."
Fonte: http://www.neurologia.ufsc.br/index.php?option=com_content&view=article&id=57:multiplas-malformacoes-vasculares-mimetizando-neurocisticercose&catid=3:artigos&Itemid=10