segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Novidades
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Angioma Cavernoso do Sistema Nervoso Central (Angiomas, Cavernoma)
domingo, 30 de outubro de 2011
Doença de Addison
Quanto tempo! Vim partilhar um pouquinho da minha vida com vocês.
Primeiro lugar, como sempre, adoraria agradecer pelos e-mails, conversas de msn... tenho feito amizades preciosas através do blog. Algumas, posso dizer, gostaria de levar para o resto da vida.
Como falei no último post, entreguei o TCC em junho. E amém, deu tudo certo. Defendi o aborto de fetos anencéfalos (êêê assunto que rende discussão, né? fiquem à vontade pra comentar, caso queiram) e minha nota foi dez. Foi muito gratificante ver que tanto esforço, tanta dedicação, foram reconhecidos assim.
Mas não é disso que quero falar. Após minha conclusão de curso comecei a sentir dores abdominais. Fui em vários médicos e, apesar de muitos exames, ninguém conseguia descobrir o que eu tinha. Os sintomas se agravavam (dores, náuseas, anemia, pressão muito baixa), fui internada diversas vezes e até biópsia da médula óssea tive de fazer, já que desconfiavam de linfoma. Amém que o resultado deu negativo. No fim das contas, depois de 3 meses de pesquisa, descobri ser portadora da Doença de Addison. Trata-se de uma doença auto-imune, que ocorre quando as supra-renais param de fabricar um hormôniozinho chamado Cortisol. O tratamento? Simples, apenas a reposição hormonal. Mas é pro resto da vida, infelizmente. Ou seja, somando com o angioma (que também faço tratamento tomando Depakote 2x ao dia), agora tenho mais algo que requer cuidados constantes.
Conversando com um amigo, ele me indagou porque não faço o requerimento para receber esses remédios pelo SUS, já que são medicações que terei que tomar para o resto da vida. Bom, eu tenho plano de saúde e, felizmente, as condições atuais não me fazem recorrer a tal Sistema. Se um dia precisar, ótimo, não hesitarei. Agora prefiro dar a oportunidade à pessoas que talvez não a tenham tanto. Não sei das condições de vocês, mas fiquem cientes de que é um direito que o Estado os dá. Segundo o artigo 6º da Constituição Federal:
"Art. 6º São direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição."
Já é tarde e tenho que ir deitar. Apenas quero que saibam que não esqueci nosso cantinho. E que procurarei atualizações para postar aqui. Ah, toda ajuda é de muito valor =) quem quiser me adicionar no msn e me ajudar a procurar novas informações: nalinhazip@hotmail.com (relevem, eu fiz esse msn quando tinha 15 anos, pré adolescente total hahahaha)
Beijos.
E força, pra todas nós!
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Estou em falta com vocês, eu sei. Não justifica, mas me formo em julho e estou na correria com o TCC.
Além disso, vocês sabem a dificuldade em achar fontes atualizadas e confiáveis para o nosso cantinho.
Bom, só gostaria de ratificar que estou aqui caso precisem: nalinhazip@hotmail.com
Anália
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Algumas explicações e UM PEDIDO
Não tenho atualizado o blog há alguns meses porque não tenho encontrado informações novas e que possam ser relevantes para o nosso espaço, mas conto com a ajuda de vocês. Se virem algum texto, artigo ou até uma notinha de poucas linhas, é só enviar para nalinhazip@hotmail.com
Caso queiram conversar sobre angiomas, me disponho totalmente, é só me add no msn, o e-mail é o mesmo acima (Mas enviem um e-mail antes avisando que irão adicionar, ok? Não costumo aceitar todo mundo que me adiciona, então preciso que avisem de onde me conhecem).
No mais, as coisas vão bem por aqui. Sofri um acidente há um pouco mais de dois meses e tive uma hemorragia no local em que se encontra o angioma, mas já estou bem.
Obrigada por tudo,
Anália
Se quiserem falar comigo pelo twitter também, é só clicar aqui!
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Mulheres com angiomas podem engravidar?
Esta condição aparentemente não tem preferência sexual, exibindo uma incidência similar tanto em homens como em mulheres13. Todavia, a ocorrência de sangramento parece ser expressivamente maior em mulheres. Em uma série estudada por Robinson e col. dentro do grupo dos pacientes com hemorragia intra-parenquimatosa, 86% eram mulheres, algumas gestantes. Há sugestões de que mudanças endocrinológicas manifestas no primeiro trimestre da gestação, promovem um aumento da proliferação vascular predispondo ao sangramento nestas pacientes.
Em um interessante estudo francês, enfocando a incidência de infartos isquêmico ou hemorrágico durante período gestacional, as taxas se assemelharam: 4,3/100.000 e 4,6/100.000 respectivamente, sugerindo que gravidez pode aumentar o risco de hemorragia cerebral nestas pacientes. Aliás, ruptura de malformações vasculares foi a segunda causa (37%) de hemorragia intra-parenquimatosa precedida de eclâmpsia8,18.
Um aspecto importante deve ser considerado quando se tratarem de pacientes jovens que demonstrem interesse em engravidar. Gravidez, conforme já salientado, aumenta o risco de complicações, particularmente de hemorragia cerebral e muito provavelmente, nem todas terão a boa sorte exibida por NMB. Por isso, métodos eficazes de contracepção deveriam ser sugeridos e a adoção como solução para o instinto de maternidade."
Fonte: http://www.neurologia.ufsc.br/index.php?option=com_content&view=article&id=57:multiplas-malformacoes-vasculares-mimetizando-neurocisticercose&catid=3:artigos&Itemid=10
sábado, 24 de outubro de 2009
Craniotomia
A craniotomia é uma abertura cirúrgica do crânio, com o objetivo de se obter acesso às meninges ou à massa encefálica. Após uma série de trepanações, utiliza-se uma serra de Gigli para que o osso entre os furos seja serrado, e então a área óssea delimitada pelas trepanações é retirada, dando acesso imediato à dura-máter.
O tamanho e localização das craniotomias variam de acordo com o objetivo e estrutura a ser abordada. As craniotomias de pacientes vítimas de trauma crânio-encefálico, por exemplo,variam com o tamanho do hematoma a ser drenado e a necessidade de descompressão do tecido cerebral - variam de trepanações únicas para hematomas localizados até as ditas craniotomias descompressivas para tumefações cerebrais difusas.
Atualmente, vêm sendo empregadas craniotomias pequenas para algumas lesões profundas (como tumores) e cirurgias de aneurisma cerebral ("Key-hole surgery").